Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia
  • Publicado em 08/05/2017 às 5:29

    Curso:” As potencialidades pedagógicas da sociologia da educação: discutindo estratégias de ensino no EM a partir de pesquisas recentes na área”

    Operários, de Tarsila do Amaral.

    Objetivo: A partir da apresentação de pesquisas de referência na área da sociologia da educação, discutiremos experiências e problemas práticos de ensino e de relação com os estudantes, ligados às temáticas dos textos apresentados, que surgem no cotidiano do ensino médio público em nossa cidade. Desse modo, tanto a partir do conhecimento dessas pesquisas, quanto da discussão sobre essas experiências e problemas práticos, os participantes do minicurso poderão elaborar e trocar ideias e experiências entre si que apontem para possíveis formas de lidar com questões de ensino e de relação com estudantes no ensino médio público.

    Público a que se destinaEstudantes de licenciaturas ou de pedagogia, coordenadores/diretores de colégios e professores do ensino médio (de qualquer disciplina).

    Ministrante: Prof. Dr Eduardo Bonaldi – SPO/UFSC

    ModalidadeSemipresencial

    Carga Horária: 12 horas (presencial) 08 horas (online)

    Período: De 08/06 a 27/07

    Atividades presenciais: quintas feiras – 08/06, 22/06, 29/06 e 06/07  – das 14 às 17 horas

    Modalidade online (08/06 a 27/07)

    Ementa: Sociologia da educação: as dinâmicas contemporâneas da reprodução das desigualdades de classe, de gênero e de raça em processos educacionais e estabelecimentos escolares.

    Local: EEB Simão Hess

    Bibliografia:*

    08/06 – Willis, Paul. Os elementos de uma cultura in _____ . Aprendendo a ser trabalhador: Escola, resistência e reprodução social Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. pp. 23-72.

    22/06 – Senkevics, Adriano. Lavar a louça ou brincar na rua? Gênero, família e escola em camadas populares de São Paulo GT de Sociologia da Educação Comunicação apresentada na 37º Reunião Anual da ANPED, Florianópolis, 2015.

    29/06 – Becker, Howard. Variações de classe social na relação professor-aluno. [tradução de Humberto Garcia em publicação]

    06/06 – Brito, Rosimeire dos Santos. Gênero, raça e fracasso escolar: algumas articulações analíticas Comunicação apresentada no 3º Congresso Internacional de Educação, Ponta Grossa, Paraná, 2011.

    Observação*  Dada a carga horária e as atribuições de trabalho docente da maioria dos participantes do curso, a leitura dos textos não é obrigatória para o acompanhamento do mesmo, constituindo-se, portanto, apenas como recomendação para àqueles que disponham do tempo necessário para tanto.

    As inscrições podem ser feitas pelo seguinte link (copie e cole no seu navegador):

    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdKD1omNp6A-KRsk7QR2zhgkIeHmqOlY4ns8mJn7lYIWEwqQA/viewform?usp=sf_link


  • Publicado em 08/05/2017 às 5:16

    Curso de Extensão:

    Interpretação, Natureza e Intencionalidade: O pensamento reflexivo como guia no processo pedagógico nas Humanidades

     


  • Publicado em 17/05/2017 às 16:15

    Lefis promove curso:

    “Introdução ao audiovisual aplicado à pesquisa em Ciências Sociais.”

    Confira!


  • Publicado em 17/05/2017 às 15:23

    Para erradicar o preconceito: basta a simples reflexão.

    Por: Portal Catarinas

    Uma intensa agenda mobiliza a comunidade que luta pelos direitos da população LGBTTI nesta semana do 17 de maio, dia mundial de luta contra a homofobia. A data foi integrada ao calendário por que marca a exclusão, em 1990, da homossexualidade, lesbianidade e bissexualidade (orientações sexuais) da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  No ano seguinte, o Brasil oficializou a data por decreto e em 2008, o dia contra a homofobia passou a integrar também o  Calendário Oficial de Eventos Anuais de Florianópolis após lei municipal. Desde então, todos os anos, são realizadas ações pela ampliação dos direitos civis igualitários para a população LGBT.

    Semana concentra programação do dia mundial contra LGBTfobias.

    Confira a agenda completa do mês de maio.

     

    Atenção: a SAAD realizará as seguintes ações para o dia 17 de maio:

    • a partir das 11:30, em frente ao Prédio I da Reitoria, a Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento à Violência de Gênero da SAAD realizará um ato performático em memória às vítimas de homofobia de 2017 no Brasil. Neste ato serão lidos os nomes e as condições de morte de cada vítima em uma ficha a ser pendurada e exposta num varal imediatamente após a leitura.
    • mesa de debate denominada “17 DE MAIO: CURA OU NÃO CURA: OS REFLEXOS  DA

    PATOLOGIZAÇÃO  DA  HOMOSSEXUALIDADE  E  DAS  IDENTIDADES  TRANS”.  O

    debate será transmitido ao vivo a partir das 19h em link a ser disponibilizado na página da SAAD (https://www.facebook.com/ufscsaad/). 

    • Distribuição do banner referente ao acolhimento da diversidade sexual na UFSC em panfleto (anexo), afixação e divulgação do mesmo em cada Centro de
    • Reforço junto à comunidade Universitária do direito ao uso do nome social, conforme artigo 1° da Resolução Normativa n° 59/CUn/2015:

    “Art. 1º Fica assegurada a possibilidade de uso do nome social para pessoas trans (travestis, transexuais e transgêneros) nos registros, documentos e atos da vida acadêmica, em qualquer nível de ensino ou atividade acadêmica na forma disciplinada por esta Resolução Normativa. Parágrafo único. para fins do disposto nesta Resolução Normativa, entende-se por nome social o nome adotado pela pessoa, pelo qual se identifica e é identificada na comunidade, diferente  do registro civil”.

     

     

     

     


  • Publicado em 12/05/2017 às 14:25

    “O FIM DA POLÍCIA?”.


  • Publicado em 28/04/2017 às 16:23

    O LABORATÓRIO INTERDISCIPLINAR DE ENSINO DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA – Lefis DIVULGA INSCRIÇÕES PARA O CURSO:

    “FILOSOFIA DA TECNOLOGIA”

    Transhumanismo

    O curso: “Filosofia da Tecnologia” é uma proposta do Laboratório Interdisciplinar  de Ensino de Filosofia e Sociologia para fornecer uma introdução aos estudos filosóficos sobre a tecnologia. O encontro será realizado em Florianópolis,  na sala do Lefis na E.E.M. Simão Hess. As inscrições podem ser feitas pelo link (copie e cole no seu navegador):

    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSekrsWP9Bla1SwXoLqQxJnR677LnDcNba8-edFKLF1ocPMqng/viewform?usp=sf_link

    Ministrante: Alberto Cupani

    Carga horária: 20 horas

    Período: terças feiras 06/06 – 13/06 -20/06 – 27/06 – 04/07

    Horário: das 14h as 18h

    Objetivo: fornecer uma introdução aos estudos filosóficos sobre a tecnologia

    Ementa: Ciência, técnica, tecnologia. Dimensões da tecnologia. Diversos enfoques filosóficos da tecnologia: analítico, fenomenológico, crítico. Tecnologia e poder. Tecnologia e culturas. Determinismo tecnológico. Limites da tecnologia.

    Bibliografia:

    Cupani, A. 2011 Filosofia da Tecnologia. Um convite. Florianópolis: Ed. da UFSC Dusek, Val 2009 Filosofia da Tecnologia. São Paulo: Ed. Loyola Mitcham, C. 1994 Thinking through Technology. The path between Engineering and Philosophy. Chicago: The University of Chicago Press. Mitcham, C. & MacKay, R. (ed.) 1983 Philosophy and Technology. New York: The Free press. Avaliação: Mediante um relatório final.

    Número de vagas: 20 (será dada preferência na lista de inscrições aos professores atuantes no Ensino Médio)

    Local: Sala do Lefis na E.E.M. Simão Hess


  • Publicado em 14/04/2017 às 21:31

    cartazPrezado Professor/a Coordenador/a de Curso e/ou chefe de Departamento, boa tarde!

    Nós, professores da disciplina de Organização Escolar, do Departamento de Estudos Especializados em Educação do Centro de Ciências da Educação e o grupo do PET-História da Universidade Federal de Santa Catarina, por meio de um Projeto de Extensão, organizamos o Seminário Reforma do Ensino Médio: impactos na organização escolar e no trabalho docente, que acontecerá dia 25 de abril do corrente ano, das 8h30min às 21h30min, no auditório do Espaço Físico Integrado (EFI/UFSC).  Demais informações e cartaz do evento estão em anexo.

    Assim, gostaríamos de solicitar ampla divulgação para os/as discentes desse curso de licenciatura e, se possível, estender convite aos professores, principalmente, para aqueles que atuam nas disciplinas vinculadas ao ensino. Esta Reforma faz parte de uma política do Governo Federal que afetará a formação e o trabalho docente na Educação Básica, portanto, requer aprofundamento e debate.

    Ademais, gostaríamos de solicitar, na medida do possível, que os/as acadêmicos/as que se inscreveram e forem participar do Seminário completo (nos três turnos) não sejam prejudicados/as nas disciplinas que tem horário agendado na terça-feira.

    Sem mais para o momento, agradecemos, imensamente, a compreensão e colaboração.

    Atenciosamente,

    Profª Jocemara Triches

    EED/UFSC

    Pela coordenação do Seminário

    Clique aqui para ver o resumo evento.


  • Simpósio (Trans) Gênero e Religião: Diversidades, Resistências e Afetos, 05 a 07 de dezembro, UFSC

    Publicado em 03/12/2016 às 18:06

    O Simpósio (Trans) Gênero e Religião: Diversidades, Resistências e Afetos é um dos desdobramentos da (In) Disciplina (Trans) Gênero e Religião: Diversidades, Resistências e Afetos, oferecida pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGH/UFSC), no segundo semestre de 2016.
    A (In) Disciplina foi idealizada e ministrada por Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Fo (Du), Pós-Doutorandx em História pelo PPGH/UFSC, Pós-Doutorx Interdisciplinar em Ciências Humanas pelo PPPGICH/UFSC e Doutorx em História Social pela Universidade de São Paulo (PPGHS/USP). Du Meinberg Maranhão é Presidentx da Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR), Pesquisadorx do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH/UFSC) e Coordenadorx Editorial / de Criação da Volkana Editorial. Pesquisa relações entre religiões / religiosidades, diversidades sexuais e de gênero, política, mídia, e violações dos Direitos Humanos, com ênfase nas transgeneridades.
    O Simpósio está sendo coordenado por Du Meinberg Maranhão e organizado pelo conjunto de discentes da (In) Disciplina, além das pessoas que compõem a Coletyva, grupo de teatro feminista, e a Volkana Editorial. O Simpósio terá como produto um livro, a ser publicado por esta editora, e recebe o apoio da ABHR, LEGH/UFSC e PPGH/UFSC.
    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), na Ilha de Santa Catarina, situada na cidade de Florianópolis (ou simplesmente Floripa, ou ainda Desterro), é o local de acolhimento do Simpósio (Trans) Gênero e Religião: Diversidades, Resistências e Afetos entre 05 e 07 de dezembro de 2016.

    Outras informações no site: http://generoereligiao.wixsite.com/simposio/sobre-o-evento


  • Carta-Manifesto do Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia (LEFIS)

    Publicado em 10/11/2016 às 13:34

    A Filosofia e a Sociologia mal retornaram aos currículos escolares do Ensino Médio no Brasil, e o seu ensino já se encontra ameaçado novamente pelo atual governo. Esse ensino, como é do conhecimento de todos, retornou por meio de muita luta após a ditadura civil-militar que assolou a sociedade brasileira, no período de 1964 a 1985. Mas hoje, a maioria das disciplinas escolares: das humanidades, das ciências da natureza, das artes e da educação física estão em perigo devido a novas ações arbitrárias que se consolidam no país.

    A força conservadora que está no poder central e que conta com a maioria dos parlamentares e parcela significativa do poder judiciário, impõe arbitrariamente o neoliberalismo no Brasil por meio de inúmeras iniciativas. São elas: PEC 241/2016, que reduz drasticamente investimentos públicos na educação, saúde e assistência social; PL no 867/2015, conhecido como Escola sem Partido e Lei da Mordaça, que tolhe a liberdade de pensamento e expressão teórica dos professores em sala de aula; PEC no 65/2012, que pretende acabar com o licenciamento ambiental no Brasil, favorecendo o agronegócio; PL no 4330/2004, Lei da terceirização, que retira direitos trabalhistas e flexibiliza as relações de trabalho em favor do empresariado; projeto de Reforma da Previdência que restringe ainda mais as possibilidades de aposentadorias da atual e futura geração; a quebra do monopólio da Petrobrás na exploração Pré-sal, que entrega as riquezas nacionais, como o petróleo e também o nióbio, às corporações privadas estrangeiras, etc.

    Entre essas medidas antissociais, chamamos a especial atenção dos educadores por estarmos diante de uma ameaça ainda maior traduzida na MP no 746/2016, publicada no D. O.U, de 23/09/2016. Ignorando todo o acúmulo de discussão feita nos últimos anos para reformar qualitativamente o Ensino Médio, o atual governo impôs essa Medida Provisória para enxugar a grade curricular nacional do Ensino Médio, priorizando apenas a Matemática e a Língua Nacional em detrimento do ensino das demais disciplinas que compõem a base curricular nacional comum.

    Qual é objetivo principal dessa reforma do Ensino Médio?

    O objetivo alegado é o de formar jovens “livres para escolher sua trajetória com base em suas aptidões”, e supostamente competitivos para o mercado de trabalho. No entanto, a previsão é nefasta. Com o enxugamento do currículo nacional; com a
    liberdade e a pluralidade de pensamento cerceadas, com o sucateamento do sistema escolar que decorrerá da redução drástica do investimento público na educação, formatar-se-á jovens de horizontes restritos, mal preparados para o trabalho e, sobretudo, mal preparados para a vida. A redução das humanidades, prejudicará a propalada formação integral e coloca em dúvida o futuro dos cursos de graduação de Filosofia e Sociologia e também a redução de campo de trabalho para os atuais e futuros licenciandos.
    O princípio que sustenta a decisão do governo é o de transformar a as ações da Educação nacional em serviços. Essa concepção determina que o serviço Ensino deixa de ser prerrogativa do Estado e se transforma em mercadoria, que pode ser oferecida e vendida por corporações privadas empresariais, não somente nacionais, mas também estrangeiras. A prova material que apresentamos é a Portaria 983/2016, publicada no Diário Oficial da União, de 29/08/2016, emitida pelo MEC, que cria Grupo de Trabalho para levantamento das legislações referentes à Educação para o Brasil ser signatário do Acordo do Comércio de Serviços (TISA – Trade in Services Agreement).

    Cabe mencionar que também estão incluídos no Tisa, serviços de água, limpeza urbana, lixo, esgoto, transporte, telecomunicações, energia etc. Trata-se de privatização de tudo, aberta à concorrência global. O risco de afetar a soberania de decisões nacionais em setores chave, como o da educação, nos deve deixar em alerta.

    O colegiado do LEFIS se coloca contra essas medidas antidemocráticas e controversas, convidando professores/as, técnicos da educação e educadores a fortalecer o debate e apoiar ações que procurem legitimar e defender um sistema educativo de princípios comprometidos com uma sociedade democrática, mais justa e mais humana. Cremos que o papel da educação é de importância vital contra um projeto de poder que busca legitimar constitucionalmente interesses privados em detrimento dos interesses públicos da sociedade. Entendemos que a educação não é um negócio, não é uma mercadoria, mas sim um projeto humano que deve ser debatido e planejado por toda a sociedade, e não apenas decidido por aqueles que reduzem a sociedade a um jogo de interesses econômicos.

    Clique aqui para fazer o download da Carta-Manifesto do Laboratório Interdisciplinar de Ensino de Filosofia e Sociologia (LEFIS)


  • Nota do Departamento de Filosofia da UFSC sobre a MPV 746/2016

    Publicado em 09/11/2016 às 15:06

    Professores do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina manifestam-se em Nota sobre a MPV 746/2016 reafirmando a importância da tradição filosófica, acumulada ao longo de quase três mil anos de exercício intelectual, o ensino de Filosofia na Educação Básica, a importância da valorização da formação específica dos professores de Filosofia, a necessidade de ampla discussão sobre o currículo e sobre a implementação de condições apropriadas para os processos de ensino e aprendizagem.

    Clique aqui para ler a  NOTA DO DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA SOBRE A MPV 746-2016